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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

HÁ 4 ANOS MORRIA DE FORMA TRÁGICA O ATOR SERRA-TALHADENSE ARNAUD RODRIGUES

>< No último domingo, há exatos 4 anos, em 16 de fevereiro de 2010, falecia tragicamente o maior artista cênico serra-talhadense, o humorista, compositor e cantor Antônio Arnaud Rodrigues, aos 67 anos. A morte foi causada através do naufrágio de um barco que virou devido a uma forte chuva com outras dez pessoas da família – inclusive sua esposa e dois netos que sobreviveram – no lago da Usina de Lajeado, a 25km da capital Palmas, no Tocantins.
Arnaud Rodrigues não sabia nadar e seu corpo foi encontrado horas depois. Em mais de 40 anos de carreira, Arnaud Rodrigues gravou 12 discos, participou de 4 filmes e 5 novelas, além do humorístico Chico City, aonde formou dupla ao lado de seu grande amigo Chico Anysio. Juntos, em plena ditadura, eles satirizavam Caetano Veloso e Gilberto Gil com a dupla “Baiano & os Novos Caetanos”, ao qual Arnaud interpretava o intelectual da dupla “Paulinho Cabeça de Poeta”.
Depois disso, ele interpretou o cego “Jeremias”, na novela Roque Santeiro, e depois “Soró”, um imigrante nordestino ingênuo na novela Pão, Pão, Beijo, Beijo. Nesse intervalo, foi candidato a prefeito de Serra Talhada, na eleições municipais de 88, ficou em 5º lugar, para depois ser novamente candidato, dessa vez, a deputado federal nas eleições de 90, também amargando derrota. Voltou a televisão, no humorístico “A Praça É Nossa”, do SBT, onde ao lado de Marcelo de Nobrega fazia a dupla “”Chitãoró e Xorãozinho”, além do “Coronel Totonho” e o “Povo Brasileiro”. Arnaud Rodrigues era filho de seu Walfredo Rodrigues.
<>Nasceu em Serra Talhada, em 6 de dezembro de 1942.
Na década de 1970 formou com Chico e o instrumentista Benato Piai o grupo musical baiano “Os Novos Caetanos”. A iniciativa rendeu três discos de estúdio, o que alavancou a carreira de Arnaud como músico, que no futuro acabou lançando vários discos solo.
No ano de 1978 Arnaud Rodrigues deu início a uma contribuição gigantesca para a cultura brasileira, após gravar a música “A Carta de Pero Vaz de Caminha”; é também creditado como um dos precursores do rap nacional.

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