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sábado, 30 de julho de 2016

'O MASSACRE DE ANGICO' SOBRE A VIDA DE LAMPIÃO É ENCENADO NO SERTÃO


Espetáculo é apresentado da quarta-feira (27) em Serra Talhada e segue até o dia 31 de julho, segundo a assessoria - o acesso é gratuito!

'O Massacre de Angico' será encenado em Serra Talhada (Foto: Anastácia Novaes/Divulgação)
'O Massacre de Angico' será encenado em Serra Talhada (Foto: Anastácia Novaes/Divulgação)O espetáculo "O Massacre de Angico – A morte de Lampião" será encenado desta quarta-feira (27) até o dia 31 de julho em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco. De acordo com a assessoria do evento, as apresentações acontecerão na Estação do Forró, a partir das 20h. A entrada é gratuita.

A assessoria informou que são esperadas pelo menos 50 mil pessoas na temporada. A peça mostra a vida de Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião. O espetáculo tem direção do dramaturgo José Pimentel. O texto foi escrito pelo pesquisador Anildomá Willans de Souza.

“Eu quis mostrar o outro lado deste homem, que chora, se apaixona, sente medo da morte pressentida, faz declarações de amor. Um Lampião diferente, mais gente: um Lampião com alma, que fala de morte sim, mas também de amor”, afirmou Anildomá.

Serviço
'O Massacre de Angico – A Morte de Lampião'
Local: Estação do Forró (antiga Estação Ferroviária)
Datas:27 a 31 de julho
Hora: A partir das 20h
Acesso: gratuito.

CINEASTA E MÚSICO, PETRÔNIO DE LORENA AGREGA EXPERIÊNCIAS AO FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS

Costa Neto

Por: Marina Suassuna
Uma das novidades da Mostra de Cinema do FIG, este ano, é a ampliação de filmes pernambucanos seguidos de debates, que proporcionam uma maior interação com o público interessado em pensar e discutir cinema dentro do festival. A curadoria também apostou em produções que tiveram boa circulação em festivais e receptividade positiva do público e da crítica. Um deles foi o documentário O Gigantesco Ímã, de Petrônio de Lorena e Tiago Scorza, exibido na última terça-feira (26). Filmado com recursos dos próprios realizadores nas cidades de Serra Talhada e Petrolina, o longa foi reconhecido em vários festivais, entre eles o 8° Festival de Cinema de Triunfo, em 2015, onde ganhou o prêmio principal de melhor longa-metragem do júri oficial, além de melhor trilha sonora, e também no 19º Cine PE, onde recebeu os prêmios de Menção Honrosa e Melhor Trilha Sonora.
A repercussão em torno do filme se deu, principalmente, pelo tema original, que apresenta a vida e a obra de um personagem real, o inventor e cientista popular Evangelista Ignácio de Oliveira. Evangelista leva a vida reciclando máquinas e equipamentos eletrônicos descartados, com os quais constrói desde câmeras de cinema até instrumentos ópticos e astronômicos. Figura pitoresca, foi responsável pela construção de uma asa delta para saltar do ponto mais alto de sua cidade natal, ainda na década de 1970, o que lhe rendeu entrevista no programa de Jô Soares.
“É um filme com pessoas de Pernambuco, cientistas que não são da mídia. São justamente os outsiders da criação, aqueles que estão à margem do conhecimento porque são pobres mesmo e trabalham com sucata e inventam coisas, transformam o cotidiano, dão aula de inteligência, e as pessoas não exibem. Sempre me encantou essa coragem do Evangelista para o novo, para criar num lugar onde muita gente demonstrava viver a tradição, repetindo os mesmos padrões dos pais, o mesmo comportamento e valores. Ele, por ser uma pessoa completamente avessa a esse princípio, me chamava muita atenção”, contou Petrônio de Lorena, ao portal CulturaPE, sobre a escolha do personagem.
A relação de Petrônio com o FIG é marcada por duas experiências. A primeira em 2012, quando ministrou uma oficina de formação em audiovisual, e a segunda vez no ano seguinte, quando exibiu o curta-metragem Calma Monga, calma!. Para ele, trazer O Gigantesco o Ímã para o festival esse ano tem um significado importante, já que ele nasceu e gosta muito de estar nos interiores. Além disso, lhe  interessa “dialogar com um festival que já tem uma tradição de espaço aberto para as produções locais. Quanto mais espaços para exibir, mais feliz eu fico. Porque é um filme feito para dentro, para o interior, para que as pessoas possam se ver e ver o que acontece nessas cidades e seus arredores, e estimular a formação e a realização nesses locais”.
Natural de Serra Talhada, Petrônio diz que nunca imaginou fazer cinema. Seu interesse pela área surgiu a partir do convívio com realizadores que foram essenciais para que ele tomasse gosto e se especializasse na área. Esse mesmo estímulo ele pretende passar com seu documentário. “Filmes como O Gigantesco Ímã são importantes para mostrar que quem estiver afim de fazer, é possível realizar. Até mesmo pelo próprio exemplo do Evangelista, um cara que inventa do nada,  que fez um protótipo de asa delta. Ele não conseguiu estudar na época dele, mas, ainda assim, fez uma asa delta e outras pessoas voaram, por mais que tenha sido proibido pela polícia”.
Após a sessão, Petrônio conversou com o público sobre o processo do filme. Um dos pontos destacados foi o processo de produção, resultado de 13 anos de convívio com o protagonista. O cineasta filmou o documentário em partes, um pouco a cada ano, até ser concluído em 2014 graças ao edital de finalização do Funcultura Audiovisual, que também garantiu a distribuição do filme por 15 praças. “Documentário digital no Brasil ainda sofre um certo limite de lugares pra exibir. É interessante você planejar uma distribuição, uma propaganda. Porque um filme de ficção com certeza teria mais abertura. Mas as pessoas ainda relacionam muito o documentário com reportagem. Quando você chega no interior e está envolvido numa mostra, e o pessoal pede pra levar um filme, eu digo que tenho um documentário e eles negam, dizem que querem um filme mesmo. Ainda enfrentamos esse problema pelo público comum. Muita informação do gênero documentário fica restrita às universidades, aos amantes da sétima arte e da cultura”, pontuou no debate.
Juarez Ventura

No mesmo dia, Petrônio agregou uma outra experiência a sua participação no FIG. Se apresentou com sua banda no Som da Rural, no Parque Euclides Dourado. Apesar de serem duas experiências diferentes dentro de um mesmo festival, ele considera que os trabalhos estão interligados, sobretudo pelo fato do repertório do show ser, em parte, a trilha sonora do filme, que, inclusive, foi reconhecida no circuito competitivo. “Quando eu ensaio menos, tento desenvolver uma segurança pra improvisar e assim poder conciliar os trabalhos. Já toquei algumas vezes no Som da Rural, mas no FIG é a primeira vez. Isso é muito bom porque meu trabalho chega em outras cidades, sobretudo no interior. É massa pra pessoas não acharem que certas culturas ficam somente na capital”.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

A CAPITAL DO XAXADO ELEGE MISSE DEPOIS DE 40 SEM TRAZER O TITULO PRO SERTÃO

 A serra-talhadense Tallita Martins, de apenas 20 anos, foi eleita nessa quinta-feira (28) Miss Pernambuco 2016. O título voltou para Serra Talhada 40 anos depois quando a Capital do Xaxado tornou-se tricampeã da beleza feminina, com Matilde de Souza Terto. O evento aconteceu no foyer da Faculdade Universo, no bairro Imbiribeira, em Recife, e contou com uma caravana de Serra Talhada, sob a coordenação do produtor do concurso Miss Serra Talhada, Romildo Duarte
A nova Miss Pernambuco tem cabelos castanhos, olhos castanhos claros, possui 1m e 74cm de altura, tem 88cm de busto, 91cm de quadril e 61cm de cintura.  Apesar de ser uma jovem bastante reservada, ela sabe cativar as pessoas através de sua voz suave, seus traços angelicais, a graciosidade do seu sorriso e a elegância com a qual desfila pelas passarelas.
FONTE: faroldenoticias

quarta-feira, 27 de julho de 2016

O MASSACRE DE ANGICO - A MORTE DE LAMPIÃO EM SERRA TALHADA ESTREIA HOJE



Um dos personagens mais ambíguos da cultura popular nordestina é Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião. Reconhecido por ocupar a fronteira de herói e vilão, a vida do cangaceiro é o tema da peça “O Massacre de Angico - A morte de Lampião”, que será encenada de hoje até domingo, em Serra Talhada, a mais de 400km do Recife, com apresentações às 20h, na Estação do Forró (antiga Estação Ferroviária). A peça chega à quinta edição e conta com direção do ator e diretor José Pimentel. 


“Muita gente discute se Lampião era herói ou bandido. Ele era um ser humano”, opina Pimentel.



“Temos que ponderar que Lampião vivia na secura do Sertão, um lugar terrível, com um bando que andava dentro daquele mato, na caatinga. Era uma vida difícil. Ele era um ser humano repleto de defeitos e qualidades, como todos nós. Mas o que acontece é que pegam só o lado do bandido. Tem que olhar os dois lados. A peça mostra isso. Lampião era capaz de amar, com gestos magnânimos, mas também podia comandar matanças”, explica. 



O autor mostra essa natureza complexa em uma série de cenas dramáticas. “Existe um caso que virou lenda, em que cangaceiros vão comer em um lugar no Interior. Um deles reclama da comida, diz que está sem sal. Lampião, então, entope a boca do cangaceiro com sal. Isso mostra os lados de Lampião, que fala com os outros cangaceiros que a mulher serviu eles com boa vontade e ninguém deveria reclamar”, descreve o diretor da encenação.

                                                                          Cena de amor

“O lado humano dele fica na peça, que inclui um encontro com Padre Cícero e um conjunto de cenas que mostram o dia a dia do cangaceiro. Há também uma cena de amor de Lampião e Maria Bonita, que se apaixonou por ele e abandonou o marido”, detalha. Quem interpreta o personagem principal é Karl Marx, a partir do texto escrito pelo pesquisador Anildomá Willans de Souza, natural de Serra Talhada. Pimentel interpreta o pai de Lampião. “É um papel pequeno, morro logo no começo”, diz o ator e diretor. “É uma cena curta. Mas a morte do pai mudou Lampião”, destaca.

Fonte:  Folha de Pernambuco


LANÇAMENTO DO LIVRO EXPEDIÇÃO PERNAMBUCO - O LEÃO DO NORTE‏


Acabou a espera, Expedição Pernambuco – O Leão do Norte, o primeiro livro fotográfico da Coleção EcoExpedições foi lançado, integrando a programação oficial do tradicional Festival de Inverno de Garanhuns.
Na obra, o holandês Bart van Dorp e Luiz Neto realizamos um raio-x fotográfico das unidades de conservação pernambucanas que compõem o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, além de registrar as unidades de jurisdição estadual de maior relevância. Foram visitados parques nacionais, reservas biológicas, estações ecológicas, monumentos naturais, parques estaduais, reservas extrativistas, apa´s e florestas nacionais. 
A obra conta ainda com prefácio do Secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de  Pernambuco, o Sr. Sérgio Xavier, além de versos de Mariane Alves.
O lançamento aconteceu na Praça da Palavra, no domingo, 24 de julho, às 20 horas, fechando as atrações deste dia. O fotógrafo Luiz Netto estará no local para um conversa sobre a obra.
Além do lançamento do livro, integra a programação oficial do evento também a exposição EcoExpedições, que conta com imagens de Expedição Pernambuco, da Venezuela e do Piauí, os dois próximos volumes previstos. Para exposição, além de Bart e eu, teremos fotos também de Chico Rasta, titular do projeto do Piauí. A mostra fica em cartaz do dia 24 ao dia 30, na Casa Galeria Galpão, na Avenida Dantas Barreto (a de Garanhuns), 34, aberta à visitação das 17h às 22h.
Em breve teremos o lançamento do livro em Recife e outras cidades!


segunda-feira, 25 de julho de 2016

LIVROS DO CANGAÇO

Durante o MASSACRE DE ANGICO – A MORTE DE LAMPIÃO, de 27 a 31 de julho, de quarta a domingo desta semana,  você encontra no estande do CANGAÇO livros, filmes e documentários em DVD, Literatura de Cordel, artesanatos, CDs com músicas do cangaço.

1.  CANGACEIROS E JAGUNÇOS (RENATO L. BANDEIRA).
2.  LAMPIÃO NA BAHIA (OLEONE C. FONTES).
3.  MARIA BONITA (ANTÔNIO AMAURY).
4.  LAMPIÃO .NEM HERÓI NEM BANDIDO. A HISTÓRIA (ANILDOMÁ W. DE SOUSA).
5.  GENTE DE LAMPIÃO DADÁ E CORISCO (ANTÔNIO AMAURY).
6.  ASSIM ERA LAMPIÃO E OUTRAS HISTÓRIAS (ÂNGELO OSMIRO BARRETO).
7.  LAMPIÃO O CANGAÇO E SEUS SEGREDOS ( JOSÉ SABINO).
8.  LAMPIÃO CONQUISTA A BAHIA ( LUIS RUBEN F. DE A. BONFIN).
9.  LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS ( JOSÉ BEZERRA LIMA IRMÃO) .
10.             BONITA MARIA DO CAPITÃO (VERA FERREIRA).         
11.             LAMPIÃO AS MULHERES E O CANGAÇO (ANTÔNIO AMAURY).
12.             LAMPIÃO E OS INTERVENTORES (LUIS RUBEN).  
13.             A DONA DE LAMPIÃO (WANESSA CAMPOS).                                         
14.             LAMPIÃO SEGREDOS E CONFIDÊNCIAS DO TEMPO DO CANGAÇO (ANTÔNIO   AMAURY).
15.             LAMPIÃO A TRAJETÓRIA DE UM REI SEM CASTELO (PAULO MOURA).      
16.             LAMPIÃO E A MARIA FUMAÇA (LUIZ RUBEN).
17.             COMO CAPTURAR LAMPIÃO ( LUIS RUBEN).
18.             NOTICIAS SOBRE A MORTE DE LAMPIÃO (LUIZ RUBEN F.A.BONFIM).
19.             LAMPIÃO/MEMORIA DE UM SOLDADO VALENTE - VOL.2 ( JOÃO GOMES).
20.             LAMPIÃO/MEMORIA DE UM SOLDADO VALENTE – VOL.3 (JOÃO GOMES).
21.             LAMPIÃO/A PARCERIA E O CANGAÇO (JOSÉ ALVES SOBRINHO).
22.             ASSSIM MORREU LAMPIÃO (ANTONIO NUNES).
23.             LAMPIÃO E OS GOVERNADORES ( LUIZ RUBEN).
24.             SERGIPE NA GUERRA DE CANUDOS (OLEONE COELHO).
25.             CANGAÇO UMA AMPLA BIBLIOGRAFIA COMENTADA (MELQUÍADES PINTO PAIVA ).

FILMES – DOCUMENTÁRIOS DO CANGAÇO E AFINS, EM DVD.

1.  LAMPIÃO REI DO CANGAÇO.
2.  LAMPIÃO E MARIA BONITA.
3.  CORISCO O DIABO LOIRO.
4.  PAPO AMARELO -  O PRIMEIRO TIRO.
5.  XAXADO A DANÇA DE CABRA MACHO.
6.  DOCUMENTÁRIO MEMÓRIA DO CANGAÇO.
7.  DOCUMENTÁRIO LUIS GONZAGA LUIS DOS SERTÕES.
8.  DOCUMENTÁRIO VIRGOLINO DO HOMEM AO MITO.
9.  CHICO PEDROSA CAUSOS E CANTOS.
10.             PATATIVA DO ASSARÉ.

CD – MUSICAS DO CANGAÇO

1.  I FESTIVAL DE MUSICAS  DE CANGAÇO.
2.  MEMÓRIA MUSICAL DO CANGAÇO  - CD I.
3.  MEMÓRIA MUSICAL DO CANGAÇO – CD II.
4.  ASSISÃO E OS DOIS DOIDOS DE PEDRA
5.  LAMPIÃO MEMÓRIA MUSICAL DO CANGAÇO.
6.  O CANTO DO ACAUÃ.
7.  CHICO PEDROSA.
8.  DEDÉ MONTEIRO.
9.  CORDEL ENGRAÇADO. 
10.             LAMPIÔNICOS.

domingo, 24 de julho de 2016

FILME PRODUZIDO PELOS CABRAS DE LAMPIÃO SERÁ EXIBIDO EM MOSTRA DURANTE


 
Dando continuidade às ações de inclusão que o FIG vem desenvolvendo em edições anteriores, a Mostra Itinerante Cinema na Estrada estará contemplando as comunidades tradicionais rurais Saloá e São Pedro, além dos sítios Colônia, em Jupi, e São José, em Canhotinho. A iniciativa, que há cinco anos é realizada pela Secult-PE e Fundarpe, leva filmes nacionais para comunidades afastadas dos centros urbanos onde normalmente o cinema não chega. “Esse ano, todos os curtas-metragens são pernambucanos. A ideia é fazer uma articulação com a comunidade, exibir o filme e conversar um pouco depois da exibição. É uma forma de incluir essas comunidades nas ações do festival.” Explica Milena
Mostra Itinerante Cinema na Estrada
Sempre às 19h
27/7 – Sítio Colônia (Jupi) / Comunidade Rural
28/7 – Sítio São José (Canhotinho) / Comunidade Rural
29/7 – Saloá / Comunidade Rural
30/7 – São Pedro (Garanhuns) – Comunidade Rural
Programação: A Clave dos Pregões (Documentário, 15 minutos, 2015), de Pablo Nóbrega Olhos de Botão (Ficção, 18 minutos, 2015) de Marlom Meirelles Black Out (Documentário, 13 minutos, 2016), de Felipe Peres, Adalmir da Silva, Francisco Mendes, Jocicleide Oliveira, Sérgio Santos e Paulo Sano Papo amarelo – o primeiro tiro (Ficção, 15 minutos, 2015), de Anildomá Willans de Souza Exília (Documentário, 24 minutos, 2015), de Renata Claus

EVENTO EM SERRA TALHADA UNE PEÇA TEATRAL AO AR LIVRE A ATRAÇÕES


Entre os dias 27 e 31 de julho 2016, será apresentado na Capital do Xaxado o espetáculo O MASSACRE DE ANGICO – A MORTE DE LAMPIÃO, uma encenação teatral ao ar livre, contando a história do cangaceiro pernambucano, com entrada gratuita na Estação do Forró, em seguida serão realizadas apresentações musicais e apresentações de Grupos de Danças Populares, Feira de Artesanatos e Área de Alimentação, um momento em que todos os grupos e artistas convidados se reúnem para afirmarem a importância do Cangaço na identidade cultural do povo sertanejo e principalmente os serra-talhadenses por se tratar da terra onde o famoso cangaceiro nasceu. 


CONFIRA AS ATRAÇÕES MUSICAIS QUE SE APRESENTARÃO APÓS A ENCENAÇÃO  ESPETÁCULO O MASSACRE DE ANGICO - A MORTE DE LAMPIÃO - NO BOTECO DA ESTAÇÃO, DE 27 A 31 DE JULHO EM SERRA TALHADA.
*QUARTA*
Grupo Cabras de Lampião.
Humberto Celus, Ivaldo Nogueira e o Forro Produto Nordestino.
*QUINTA*
Henrrique Brandão.
*SEXTA*
Arnor  de Lima.
*SABADO*
Simplesmente kkzinho.
*DOMINGO*
Roberta Aureliano.
Apoio: Fundarpe/Secretaria de Cultura/Governo de Pernambuco.
Realização: Fundação Cultural Cabras de Lampião e KM PRODUÇÃO.




terça-feira, 19 de julho de 2016

FUNDARPE ANUNCIA VENCEDORES DO PRÊMIO ARIANO SUASSUNA


O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco – Secult-PE e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, divulgou os vencedores do 1º Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia. Lançado em julho de 2015, pelo governador Paulo Câmara, durante a 25ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, o prêmio destina-se a reconhecer, valorizar e incentivar práticas de transmissão de saberes e fazeres da Cultura Popular, estimular a escrita dramática e revelar novos dramaturgos.
Eric Gomes
Eric Gomes
O Mestre mamulengueiro Zé Lopes, de Glória do Goitá, é um dos contemplados
No segmento Cultura Popular, foram premiadas práticas individuais ou coletivas de transmissão de saberes e fazeres, preservação da memória das expressões populares em todas as suas formas e modos próprios. Na área de Dramaturgia estão sendo premiadas obras inéditas do gênero dramático. Durante o período em que ficou aberto às inscrições, o prêmio recebeu propostas de todas as regiões do estado.
Costa Neto
Costa Neto
O Caboclinho Sete Flexas de Goiana, mais um grupo agraciado com a premiação
Para o segmento de Cultura Popular foram registradas 70 inscrições ao todo, incluindo as categorias “Mestres” e “Grupos”, das quatro macroregiões: Região Metropolitana, Zona da Mata Agreste e Sertão. Em Dramaturgia, o prêmio recebeu 55 inscrições, para as suas três categorias: Teatro de Formas Animadas, Teatro para a Infância e Juventude e Teatro Adulto.
Para o secretário de Cultura do estado, Marcelino Granja, o Prêmio Ariano Suassuna, já em sua primeira edição, mostrou sua potência e relevância, pelo expressivo número de inscrições, vindas de diversas regiões do estado. “O prêmio é também uma demonstração da política do governo no sentido de valorizar nossa cultura popular e literatura. Um compromisso dessa gestão com mestres, mestras, grupos e artistas que representam a base de formação da nossa identidade cultural”, diz Marcelino Granja.
Foto: divulgação
Foto: divulgação
O Samba de Coco das Irmãs Lopes, de Arcoverde
Para a presidente da Fundarpe, Márcia Souto, o prêmio também representa um estímulo à produção, sobretudo na área da dramaturgia. “Apesar da tradição do teatro em Pernambuco ser muito forte, o setor carece da publicação de novos textos. E o prêmio é um marco neste sentido e gerará muitos frutos para o segmento das artes cênicas no estado”, pontua a gestora.
Daniela Nader
O Afoxé Alafin Oyó
A Comissão de Seleção das propostas inscritas no 1º Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia, na área de Dramaturgia, contou com a participação dos seguintes profissionais de notório saber: João Denys Araújo Leite, Márcio Luiz Marciano e Ronaldo Correia de Brito, que no período de 13 de maio a 15 de junho, analisaram e pontuaram os textos das categorias de Teatro para Infância e Juventude, Teatro de Formas Animadas e Teatro Adulto. No segmento Cultura Popular, a avaliação das propostas foi feita pelos profissionais Katia Simone Alves Pintor, Luis Henrique Costa dos Santos, Marla da Silva Derzi, Patrícia Araújo dos Reis e Paulo Marques Ferreira.
Magda Silva
Magda Silva
O Mestre Benoni, de Garanhuns, também foi contemplado
PREMIAÇÃO – Os vencedores da categoria Mestres e Mestras dos Saberes e Fazeres serão contempladas com R$ 10 mil, cada. Na categoria Grupo, o valor do prêmio é de R$ 15 mil. Na área de Dramaturgia serão distribuídos prêmios de R$ 10 mil para os primeiros lugares e R$ 7 mil para os segundos lugares de cada categoria. A entrega dos prêmios aos vencedores acontecerá numa cerimônia do Teatro Arraial Ariano Suassuna, no próximo dia 19 de julho.
Jaqueline Maia
Jaqueline Maia
A Mestra Ana Lúcia é mais uma agraciada na área de Cultura Popular
VENCEDORES NO SEGMENTO CULTURA POPULAR
RMR – GRUPO
Proponente: Associação Recreativa Carnavalesca Alafin Oyó
Nome da Obra: Afoxé Alafin Oyó

RMR – MESTRE
Proponente: Ana Lúcia Nunes da Silva
Nome da Obra: Ana Lúcia – A Rainha do Império e o Ofício de Brincar

AGRESTE – GRUPO
Proponente: Anderson José Francisco da Silva
Nome da Obra: Casa do Pife

AGRESTE – MESTRE
Proponente: Benoni Bezerra de Carvalho
Nome da Obra: Mestre Reisado Três Reis do Oriente

ZONA DA MATA – GRUPO
Proponente: Caboclinho União Sete Flexas de Goiana
Nome da Obra: Caboclinho União Sete Flexas de Goiana

ZONA DA MATA MESTRE
Proponente: José Lopes da Silva Filho
Nome da Obra: Mamulengo Teatro Riso

SERTÃO – GRUPO
Proponente: Associação Cultural Samba das Irmãs Lopes
Nome da Obra: Anda a Roda

SERTÃO – MESTRE
A Comissão de avaliação considera que as propostas da categoria Mestres e Mestras de Saberes e Fazeres da Macrorregião Sertão apresentaram documentação comprobatória insuficiente para indicar a premiação.

VENCEDORES NO SEGMENTO DRAMATURGIA
CATEGORIA TEATRO DE FORMAS ANIMADAS:
1º lugar
Texto: Cantigas e histórias na terra do Sabiá ou que é meu é meu e o boi não lambe
Autora: Maria José Bezerra de Oliveira
Município: Recife

2º lugar
Texto: Severino Brincante
Autor: Alex Apolonio Soares
Município: Garanhuns.

CATEGORIA TEATRO PARA INFÂNCIA E JUVENTUDE:
1º lugar:
Texto: Um conto de marias ou de maria flor
Autor: Raphael Gustavo Soares Ferreira
Município: Vitória de Santo Antão

2º lugar:
Texto: O sonho de ent
Autor: André Filho
Município: Recife

CATEGORIA TEATRO ADULTO:
1º lugar:
Texto: Talvez sim, talvez não
Autor: Cleyton José de Andrade Cabral
Município: Olinda

2º lugar:
Texto: A dança ou o evangelho?
Autor: Alberto Vilarinho Amaral
Município: Recife