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terça-feira, 29 de agosto de 2017

PROGRAMAÇÃO POLO CULTURA VIVA

 Confira a programação oficial do Polo Cultura Viva, montado na Praça Sérgio Magalhães no período de 28 de agosto a 08 de setembro de 2017


sexta-feira, 25 de agosto de 2017

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO CULTURAL E RELIGIOSA DA FESTA DE SETEMBRO DE SERRA TALHADA EM 2017

O Diretor/Presidente da Fundação Cultural de Serra Talhada, Anildoma Willans, anunciou nesta quinta-feira (24), na Casa da Cultura, a programação oficial do Polo Cultura Viva, montado na Praça Sérgio Magalhães no período de 28 de agosto a 08 de setembro de 2017, dentro da 227ª Festa de Nossa Senhora da Penha.
O Polo Cultura Viva terá doze dias de festa, culminando com show religioso da cantora Joana no dia 08 para festejar a padroeira. Haverá ainda programação no Polo da Feira Livre/Praça de Alimentação, de 03 a 06 de setembro.
A festividade, que tem início na próxima segunda-feira (28), homenageia esse ano o centenário do serra-talhadense Manoel Torres.
Confira a programação: 
28 de agosto (segunda-feira)
Roberta Aureliano
29 de agosto (terça-feira)
Coral Anita Vilarim
Orquestra De Frevo Zezé Correia

30 de agosto (quarta-feira)
Orquestra Curica
Rai di Serra
Rogger Olímpio

31 de agosto (quinta-feira)
As Belas da Vila
Mistura Pernambucana
Coco de Umbigada
Banda Kaêra

01 de setembro (sexta-feira)
Maracatu Leão Misterioso
Diaboéisso
No Sense
A Dobra
Doppamina

02 de setembro (sábado)
Grupo de Xaxado Cabras de Lampião
Maracatu Águia Dourada
Raphael Moura

03 de setembro (domingo)
Coco Popular de Aliança
Final do Cantando na Concha

04 de setembro (segunda-feira)
Maracatu Estrela de Ouro
Os Pernambuquês
Lila

05 de setembro (terça-feira)
Grupo Folhas Ouonais
Grupo de Xaxado Gilvan Santos
Henrique Brandão
Adiel Luna

06 de setembro (quarta-feira)
Grupo Zabelê
Grupo Sertão Frevo
Ticuqueiros

07 de setembro (quinta-feira)
12h – América Livre
14h –6Sambar

Noite
Coral Beatriz Simões
Linguagens Rítmicas: Frevo, Hip Hop e Percussão.
Assisão
Leonardo Sulivan

NOITE RELIGIOSA – PRAÇA SÉRGIO MAGALHÃES
8 de setembro (sexta-feira)
19h – Cantora Joanna.
POLO DA FEIRA LIVRE – PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO DA FEIRA
03 de setembro (domingo)
10h – Zé Caiçara e Trio Nós Três
Naldinho Carvalho e Tição de Fogo

04 de setembro (segunda-feira)
10h – Humberto Cellus e Produto Nordestino
Cícero de Souza
Trio Expresso do Vaqueiro

05 de setembro (terça-feira)
10h – Arnor de Lima
Zé de Deus e Sua Cambada

06 de setembro (quarta-feira)
10h – Mário do Acordeom
Eronildo Nogueira
Adênio Mourato

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

NOVOS PATRIMÔNIOS VIVOS DE PERNAMBUCO

Os novos seis Patrimônios Vivos de Pernambuco foram diplomados na manhã desta quinta-feira (17), durante ato no Teatro de Santa Isabel que contou com a presença do governador Paulo Câmara, autoridades políticas e personalidades da cultura pernambucana. O ato, marcado para acontecer no Dia Nacional do Patrimônio Histórico, titulou os nomes de Maria dos Prazeres, Mestre Chocho, André Madureira, José Pimentel, Reisado Inhanhum e Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo como novos patrimônios, que foram diplomados junto aos vencedores do 2º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural.
Participaram da solenidade outros Patrimônios Vivos, como o Maestro Ademir Araújo, Claudionor Germano, Índia Morena, o Cariri Olindense, mestre Zé Lopes e a Sociedade Musical XV de Novembro. Na ocasião também foi prestada uma homenagem aos 80 anos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com a entrega de uma placa comemorativa à superintendente regional do Iphan, Renata Borba.
Jan Ribeiro/Secult-PE
Jan Ribeiro/Secult-PE
“Das minhas mãos, puras e limpas, já passaram mais de seis mil bebês e óbito zero”, revelou a parteira Maria dos Prazeres
“Pernambuco tem buscado fazer com que a nossa cultura, uma das mais ricas do Brasil, tenha um olhar mais atento e busque sua preservação, valorização e difusão. A gente fica feliz de estar preservando as raízes culturais, buscando políticas inclusivas. Hoje é um dia para nós homenagearmos esses patrimônios, mas, acima de tudo, para refletirmos. Pernambuco ainda tem muito a avançar, temos uma cultura muito rica que precisa ser bem divulgada, bem difundida e apropriada pelos pernambucanos. O que nós queremos com movimentos como esse é fazer com que essa mensagem chegue a todos os pernambucanos, para que eles saibam que têm um Estado rico, com artistas maravilhosos que têm muito a contribuir com a nossa cultura”, disse o governador.
Na opinião de Marcelino Granja, secretário estadual de Cultural, investir em arte é uma forma de fazer com que a gente resista, avance e crie perspectivas para o futuro. “Quando o governador Paulo Câmara, desde o dia 1º de janeiro de 2015, fez um diagnóstico preciso de que teríamos meses de grande dificuldade, nós mantivemos Pernambuco de pé também na cultura. Neste período, com toda dificuldade, aumentamos o investimento no Funcultura, criamos um Funcultura dedicado à música e implantamos os conselhos de cultura, que hoje, ajudam a política pública de Pernambuco a ser democrática, inclusiva e pactuada. O Estado promove ações concretas, com uma política de desenvolvimento social que mantém a arte de pé. Avançamos para que tenhamos um povo mais feliz. Sem arte e sem cultura, isso não seria possível”, colocou Marcelino Granja.
Jan Ribeiro/Secult-PE
Jan Ribeiro/Secult-PE
“Estou feliz por ter sido reconhecido na minha terra que amo tanto, e seguirei formando artistas e bailarinos com base na cultura pernambucana“, disse o coreógrafo André Madureira
Márcia Souto, presidente da Fundarpe, ressaltou que este é o primeiro edital reformulado na gestão de Paulo Câmara, fruto da atualização da Lei 12.196/2002 (Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco), que ampliou, de três para seis, os candidatos outorgados com o título anualmente. “Quero fazer um agradecimento especial aos meus colegas do Conselho de Preservação, que têm se dedicado diariamente em vários processos de tombamento no nosso estado, e que participaram de todo processo de julgamento, apreciação e análise dos novos Patrimônios Vivos. Uma tarefa muito árdua, porque foram 65 candidatos e todos tinham condições de receberem o título, foi uma escolha muito difícil para o Conselho”, disse Márcia.
O ato também marcou a entrega do do Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco, um reconhecimento e também um incentivo à participação social na preservação dos bens e expressões culturais do Estado, sejam eles materiais ou imateriais. Receberam o prêmio os seguintes projetos: na categoria Formação, a ação Método Oca – Oficina de Cinema de Animação; na categoria Promoção e Difusão, a ação Projeto Cultural Mapeamento de Bandas de Música de Pernambuco; e na categoria Documentais e Memória Cultural, a ação Oratorianos Conservação e Restauração da Coleção de Obras Raras São Felipe Neri da Faculdade de Direito do Recife. Cada um dos vencedores receberá um incentivo no valor de R$ 20 mil.
Jan Ribeiro/Secult-PE
“Eu quero a partir desse título seguir com meu trabalho com o teatro e nas artes em geral”, disse o ator José Pimentel
Nesse segundo ano do prêmio, foram recebidos 39 projetos de todas as regiões pernambucanas. Por essa razão, além dos vencedores, a comissão, que avaliou os candidatos ao prêmio, decidiu por menções honrosas, que serão entregues às seguintes iniciativas: Das Raízes da Flor da Mata aos Desafios da Valorização e Preservação do Patrimônio CulturalA MatinadaSede da Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo – SOBAC – Como Espaço de Memória.
Os novos Patrimônios Vivos de Pernambuco representam várias regiões e manifestações culturais do estado. Mestre Chocho (música, choro/Jaboatão dos Guararapes), muito emocionado, agradeceu no palco a honraria recebida. “Eu me sinto muito honrado com esse título, e peço a Deus que ilumine o nosso governador para que ele não se esqueça daqueles que também merecem esse prêmio”, pontuou. Já Maria dos Prazeres (parteira tradicional/Jaboatão dos Guararapes), ressaltou o trabalho que desenvolveu durante as últimas décadas como parteira. “Das minhas mãos, puras e limpas, já passaram mais de seis mil bebês e óbito zero”, revelou, para em seguida puxar o refrão da música Amor pra todo lado, do Trio Nordestino. “É amor pra cá / é amor pra lá / é amor pra todo lado / sem as parteiras não dá”, brincou, emocionando a todos na plateia.
“O que faz um Patrimônio Vivo? Sai com a plaquinha do título debaixo do braço ou executa trabalhos pela comunidade? Estou feliz por ter sido reconhecido na minha terra que amo tanto, e seguirei formando artistas e bailarinos com base na cultura pernambucana“, disse o coreógrafo André Madureira (dança, música, teatro/Recife). A conquista também foi comemorada por Ivan Marinho, presidente da Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (bacamarte, cultura popular/Cabo de Santo Agostinho)“A gente rememora neste ato a memória de Zé da Banha, do Cabo de Santo Agostinho, que na década de 60 tomou o cuidado de transformar a brincadeira numa associação, com personalidade jurídica, relação com o legislativo, e com a intenção de criar uma cobertura legal para que a gente possa seguir com essa manifestação”, brindou.
Jan Ribeiro/Secult-PE
Jan Ribeiro/Secult-PE
“Eu queria agradecer por esse título e dizer que estou há pouco tempo no grupo. Tenho 39 anos, enquanto ele celebra há mais de 200″, comentou Ana Lúcia, presidente do Reisado Inhanhum
“Nós estamos vindo da comunidade quilombola de Inhanhum, que quer dizer ‘água que corre’. Eu queria agradecer por esse título e dizer que estou há pouco tempo no grupo, tenho 39 anos, enquanto ele celebra há mais de 200. Hoje a maioria dos integrantes é composta por mulheres e isso também deve ser comemorado”, contou Ana Lúcia, presidente do Reisado Inhanhum (reisado/Santa Maria da Boa Vista). Finalizando as falas dos Patrimônios Vivos, o ator José Pimentel José Pimentel (artes cênicas/Recife) agradeceu aos que participaram dessa história. “Eu quero a partir desse título seguir com meu trabalho com o teatro e nas artes em geral, com honestidade, ética e vontade de levar a todos o que eu aprendi e o que eu tenho pra aprender”.

FONTE CULTURA PE

“MINHA PAIXÃO PELA ARTE É TÃO INTENSA E TÃO AMPLAMENTE DISTRIBUÍDA, QUE NÃO ESTÁ SÓ EM MEU CÉREBRO, MAS EM MEU GENES”. AFIRMA CARLOS SILVA



Chegando a marca de 22 anos de atividades artísticas, o criativo artista serra-talhadense Carlos Silva tem uma história que permeia a comédia e o drama, tão presente nas artes cênicas que é sua paixão maior, no entendo, ele também está atua na sétima arte (audiovisual) na literatura (com três livros já publicados, além de vários textos em coletâneas da ASL e da Paulinas Editora), além do jornalismo.
Sua vida é repleta de fatos curiosos como uma viagem à Europa via intercambio em 2004 e uma tentativa de assalto, onde levou um tiro a queima roupa e quase veio a óbito em 2009 na cidade de Caruaru, ao ser confundido com integrante de facção rival.
De alegrias extremas, a sofrimentos profundos, sacrifícios em nome da vida profissional e um contentamento sem igual a cada trabalho posto em cena para apreciação do publico; o menino vindo da zona rural da Capital do xaxado (Fazenda Cacimbinha) subdistrito de Caiçarinha da Penha. Filho de agricultores percebeu na vinda para a sede/cidade e no estudo a possibilidade de ser diferente, trilhar um caminho até então inédito para alguém de sua família, da fome e ‘perrengues’, medo de escada em prédios, elevador (objetos até então inéditos) e de multidão que enfrentou no Recife em 1998 quando se aventurou a fazer na Casa da Cultura da Capital Pernambucana um curso de Teatro e Vídeo no teatro Clênyo Vanderley. Tinha ainda que estudar e trabalhar em outros afazeres para ajudar a família a se manter. Família grande, diga-se de passagem, ele é o segundo filho de cinco irmãos.
Nesse momento ele descobre uns parentes por parte da mãe, na cidade de Moreno, aos quais é muito grato, pela valorosa colaboração nessa empreitada, saia daqui de carona em caminhão de combustível (alta periculosidade), na sexta (o curso acontecia no sábado), ele ficava hospedado nessa casa e era muito querido, na segunda subia no caminhão novamente e partia para Serra Talhada. “Era uma aventura e ao mesmo tempo um sacrifico pela distância e pelas coisas deixava de fazer ou que tinha dá conta em poucos dias, pois no final de semana seguinte já tinha novamente”. Relembra.
Esse curso foi um marco em sua decisão de seguir a carreira de ator e diretor teatral, por esse tempo ele já escrevia poemas e passa a escrever pequenos textos para teatro, por uma questão de necessidade, pois nos livros só encontrava peças grandes e que requeria uma produção que na época não lhe era possível com sua equipe, ainda ligada à escola na qual estudava. Em 1999 ao concluir sua formação de Técnico em Contabilidade: “a grande maioria das pessoas acha que sou formado em Magistério e não é”; risos. “Há equívocos sobre algumas particularidades em minha vida”; acrescenta.
Seus textos teatrais que foram montados entre os anos de 1999 e 2007 fizeram sucesso em festivais e na cena cultural serra-talhadense, inclusive lhe rendendo prêmios, a exemplo de CONFISSÕES – UMA COMÉDIA DIVINA e CASA DE MÃE CHICA. O garoto que sonhava em ser astro de novelas, (era encantado com os efeitos visuais da novela VAMP), cresceu, lançou três livros e está com dois prontos para publicação, escreve para esse jornal e é um dos editores do Villa Bella Jornal, Informativo da Academia Serra Talhada de Letras, entidade da qual é membro efetivo. “Minha paixão pela arte é tão intensa e tão amplamente distribuída, que não está só em meu cérebro, mas em meu genes”. Afirma ele categoricamente. 
Como um múltiplo artista o cinema também está presente em sua vida totalizando 15 trabalhos na área do audiovisual, sendo: Clip Terra de Sangue em 1998; dois comerciais pra TV em 2006, um documentário sobre o Leite Luanda em 2008, o Clip Volta pra mim pra Igor Araújo (sanfoneiro) no ano de 2009; Clip pra Banda PRC6 em 2011. Filmes: Bicho de 7 Letras (2013); Um Homem sem Sorte (2014); O Matuto Sabido (2014); A Dona do Pecado dos Outros (2014); Sertão de Sonhos – O filme (2015); Papo amarelo – O Primeiro Tiro (2015); Self (2016); A Nona Cidade (2016); Lampião e o Fogo da serra Grande (2017), com lançamento previsto para julho.


No teatro ele dispensa apresentação, pois já representou inúmeros personagens e já dirigiu dezenas de peças, trazendo o riso e uma dose de reflexão para o público que assiste suas produções.  Atualmente está em cartaz com a comédia Fulana, Sicrana, Beltrana; produzindo junto com Modesto de Barros o infantil A Formiga Fofoqueira e de 26 a 30 de julho pode ser visto no grandioso espetáculo O Massacre de Angico – Morte de Lampião da Fundação Cultural Cabras de Lampião entidade da qual é associado há quatro anos. “Quatro anos de grandes e positivas transformações em minha vida, crescimento profissional e acumulo de atividades e experiência. Ganhei uma bonita e grandiosa família - O Bando da Cultura do Nordeste. Festejar essa data é necessário diante de uma singela consciência, em 1995 surgiu o Grupo de Xaxado Cabras de Lampião em março, em maio deste mesmo ano eu começo minha vida artística, sempre trabalhamos em paralelo e fiz alguns trabalhos como artista convidado para esse espetacular grupo de cultura popular, cercado de uma sintonia muito positiva, em 10 de junho 2013 veio o convite para integrar em definitivo esse coletivo que faz acontecer a cultura em nosso município, topei na hora e aqui estamos somando na construção de politicas públicas de cultura para todos. Finaliza.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

PROJETO - PASSEANDO PELA HISTÓRIA – MUSEU DO CANGAÇO É RETOMADO PELA FUNDAÇÃO CULTURAL CABRAS DE LAMPIÃO

 

O município de Serra Talhada, terra natal do cangaceiro Lampião, retrata as histórias do Cangaço, por meio do projeto “Passeando pela História – Museu do Cangaço”, vai reiniciar nestes dias 15, 16 e 17, no Museu do Cangaço, com as Cidade de Quixaba, Santa Terezinha e Carnaíba. O projeto é direcionado aos professores e adolescentes das escolas públicas do Sertão do Pajeú, que além de conhecer a história do seu povo, vão vivenciar lugares que foram palcos de acontecimentos históricos de Lampião e seu bando.
De acordo com a presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião, Cleonice Maria, o projeto visa levar as escolas a conhecerem os bens culturais de Serra Talhada para que os jovens valorizem a história do sertão pernambucano. “Todo o percurso será feito com acompanhamento de condutores turísticos que detém total conhecimento dos fatos”, afirma ela.
O ponto de partida da aventura será o Sítio Passagem das Pedras – onde nasceu Lampião. Nesse percurso, o grupo irá conhecer o roteiro “Nas Pegadas de Lampião”, que passa pelas Pedras da Emboscada, onde aconteceu o primeiro confronto armado entre a família de Virgulino e Zé Saturnino (primeiro inimigo de Lampião), a Casa Grande da Fazenda Pedreira (palco de memoráveis confrontos com cangaceiros) e encerra, voltando para o Sítio. 

Na cidade, a visita começa na Praça Agamenon Magalhães, que originou o município e que ainda mantém os casarios construídos nos séculos XVIII e XIX. Depois, o grupo segue para a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, construída pelos escravos no século XVII, a Casa do Artesão (ateliês de artistas plásticos), que conta com muitas histórias e lendas que permeiam o imaginário popular e a Casa da Cultura de Serra, onde os jovens terão contato com o acervo cultural da cidade.

As escolas visitarão também o Museu do Cangaço, o maior do gênero do Brasil, que funciona na antiga estação ferroviária e que tem relíquias do personagem sertanejo (Lampião), como utensílios domésticos, armas usadas, fotografias, livros, filmes e documentários sobre os cangaceiros, volante (era como chamava a polícia que perseguia Lampião) e outros personagens que foram parte forte da história do cangaço. Os visitantes serão recebidos por monitores que contarão a vida de Lampião e ainda irão acompanhar uma palestra do pesquisador e escritor do cangaço, Anildomá Willans de Souza, que tem quatro livros publicados sobre o tema.
O grupo poderá saborear a culinária sertaneja e apreciar a apresentação do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, dança criada pelos cangaceiros. Lampião deu uma grande contribuição para a cultura do sertão. “O Xaxado é uma dança que foi criada por Lampião e seus cangaceiros. Outra faceta pouco divulgada da vida dele é que ele era poeta e nos versos retratava o dia a dia do cangaço, as suas angústias, o que ele sentia falta enquanto cangaceiro e as durezas desta vida”, revela Karl Marx, coordenador técnico do evento.
Fotos: Carlos Silva
Contato para entrevista: Cleonice Maria dos Santos, presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião - (87) 99938-6035. 

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

FESTA LITERÁRIA E FEIRA DO LIVRO DO VALE DO PAJEÚ VÃO MOVIMENTAR SERRA TALHADA

Acontece entre os dias 08 e 11 desse mês de agosto a terceira edição da Festa Literária de Serra Talhada – FLIST, importante evento do calendário literário, artístico e cultural do município, realizada esse ano juntamente com Feira do Livro do Vale do Pajeú. Com o tema “Ler no Sertão”, o evento acontecerá na Estação do Forró, nos períodos da manhã, tarde e noite, das 9h às 11h e das 15h às 21h .
A programação será diversificada e contará com atividades circenses, contação de estórias, lançamentos de livros, palestras e oficinas literárias,  Cinema no Museu do Cangaço e apresentações culturais. Entre outras pautas serão comemorados os 70 anos do escritor Raimundo Carrero com atividades especiais, a exemplo de rodas de conversas com grandes escritores atuais sobre a grandiosidade da obra de Carrero.
“A região tem uma forte tradição nas letras e na cultura dos cantadores, quem não escreve, lê versos, recitais, declama cordéis e outras formas escritas que mantém a continuidade desse costume antigo pautado pela literatura. Por isso, criamos a FLIST para contemplar essa fatia grande de produtores das letras que agora se soma com a Feira do Livro do Vale do Pajeú, numa parceria que vem para dar robustez ao que já temos desenvolvido”, destaca Anildomá Williams, presidente da Fundação Cultural de Serra Talhada.
SERVIÇO
FLIST – Festa Literária de Serra Talhada / Feira do Livro do Vale do Pajeú
Quando: 08 a 11 de agosto de 2017
Onde: Estação do Forró
Horário: 9h às 11h e das 15h às 21h

TIAGO GOMES: um menino com uma história trágica que busca no hip hop, no rep, no ser ator/palhaço uma vida menos dispendiosa


Tiago Cristiano Gomes, nasceu em Juazeiro-BA aos 2 anos foi para São Paulo. “Tenho como recordação minha mãe falando que arrancou um pedaço da orelha de meu pai (até hoje não sei o nome dele) com os dentes, pois na separação ele queria me cortar pela metade”. Relata. O menino foi crescendo numa favela na zona sul da capital paulista (Divinea, que hoje não existe mais); “aos 5 anos em um dia de chuva eu ia a uma venda, era estreito o caminho, o córrego estava em nível elevado, uma dona esbarrou em mim, eu caí e a água me arrastou rápido, tive calma, veio no pensamento pra que eu afundasse, contei até 3... Quando subi estava perto de umas moitas de capim, me agarrei e faltando pouco pra chegar no acero a tal dona apareceu, estendeu a mão e eu sobrevivi. Relembra ele com ar triste.
Tiago foi crescendo largado, pois a mãe tinha que trabalhar, eram 5 morando no barraco; a irmã mais velha, o levava pra guardar carros em um bairro nobre, Moema, em 1994 aos 7 anos em uma dessas idas ele sofreu um atropelamento, se levantou e saiu xingando o motorista, até que um passante o levou ao hospital, que era particular mais o atenderam. “Quando saímos de lá Andreia (irmã) e eu já planejava o que dizer pra mãe... Falamos que caí e bati o queixo em uma pedra”. Conta.
Seu cunhado sempre curtiu samba, ele às vezes o levava em bares onde era feito ao vivo, ou junto a fogueiras nas noites frias ele ficava por ali, ora tocando reco-reco, ora repique, ou tantan. “A favela foi retirada, pouco antes mudamos para outro lugar, distante do centro, na região do Grajau”. Comenta e acrescenta: “sempre gostei de músicas, elas me levam a um espaço particular, onde só entramos porque o compositor permite; luzes e palco me atraem, ainda na favela eu fui vê cover de Michael Jackson (parece clichê), eu queria dançar, cantar, tocar”.
Com alguns colegas passou a ouvir musicas de uma coletânea - CD Dinamite escutava Espaço Rap, um dia na porta de um colega inventaram de compor um rap ele começou a escrever e colocar ritmo na letra. “Fui ao centro de São Paulo com Andreia, certa vez passando pela Rua São Bento ela falou: você quer vê os caras dançando Hip Hop eles rodam no chão, pulam e tal... Fiquei curioso mais pra minha decepção não tinha ninguém lá nesse dia”.
Um amigo de infância, o falou que no bairro Auri Verde estava ensinando Dançar Break ele começou a frequentar, aprendeu os passos... “Aí Edson, Fábio, Ricardo e outros formamos o Crews Break’s in War meu primeiro grupo de danças. Mais pra frente eu dancei outros estilos, tipo axé, pratiquei um pouco de Capoeira no Ilé Alaketuaxé Ibualamo fiz e aprendi muitas coisas lá, até que começou um projeto que gerou a banda Oluwa tocávamos samba reggae, começamos com latas de tinta, as baquetas eram feitas de cabo de vassouras, tampa de veja, espuma de colchão e panos, depois chegaram instrumentos: caixas, bumbo, viraram realidades em 2002, saímos pelas ruas, na frente e o povo acompanhando, comemorando o penta. Fizermos muitas apresentações no Memorial da América Latina, Teatro Municipal de Diadema... Nossa uma vez com os batuques caiu um refletor do teatro”. Relembra.
Foram convidados pra tocar no comício da prefeita Marta Suplicy, casas noturnas; fizeram uma matéria pra Rede TV. Aí o instrutor começou a trabalhar, ficou sem tempo para o grupo. “Ele dizia que eu tinha talento e pediu pra aprender algumas músicas, assim o fiz apesar de tocar surdo, ele disse que eu poderia tocar qualquer outro instrumento do nosso estilo, alguns camaradas sentira-se menores por isso”. A banda acabou ele ficou sem saber o que fazer voltou a treinar Break na escola vizinha a sua casa; “os manos começaram um novo grupo o qual não fui convidado a fazer parte”. Pontua.
Em 2006 ele visitou Serra Talhada pela primeira vez, passou somente uma semana. “Encontrei uma garota e perguntei se alguém em Serra dançava break, ela disse que sim, mais não pude vê-los retornei para São Paulo”. Lá seguiu treinando na Escola. Nasceu seu primogênito (ele têm 3 filhos); “muita pressão sobre mim, achei que no tráfico poderia solucionar meus problemas financeiros ainda bem que percebi cedo que não era aquilo pra mim; na mesma escola que treinava começou uma reforma pedir emprego e conseguir, o relacionamento não ia bem e acabou”.
Fragilizado procurou uma Igreja evangélica e logo de cara o Hip Hop se fez útil. “Numa gincana fizemos um coral cantamos uma música do Irmão Lazaro o playback, depois continuamos a mesma musica com uma base de rap no culto de domingo às 7 da manhã o templo todo de pé a cara do pastor foi demais – impressionado”. Ele se afastou da igreja por ter voltado o relacionamento conturbado que não durou muito.
Em 2012 passou um tempo na zona leste de SP (cidade Tiradentes); "era mês de junho, teve um evento próximo ao terminal, uma galera fazia uma coreografia muito sincronizada, depois teve uma roda livre - minhas pernas tremiam, acabei entrando e foi bom demais, chamei atenção da galera, teve uns dois dançarinos que entenderam como uma batalha. Depois viramos colegas, passei a treinar no CJ180, o Primo break era o responsável pelo hip hop lá". 
São Paulo já não o fazia bem... “Me sentia vazio, voltei ao antigo bairro”. Certo dia de manhã decidiu vim para Serra Talhada, com uma mochila nas costas ele botou o pé na estrada em novembro 2012. “Minhas intenções iniciais era trabalhar no que fosse necessário, minha primeira atividade aqui foi fazer um piso em Triunfo (logo em triunfo) Nelson (tido como o cara que trouxe o Hip Hop ao Brasil) Nasceu na terra dos Caretas”.
Ano seguinte fez matricula na Escola Solidônio Leite, não demorou e estava dançando de novo... “Só por gostar, mas chamando muito atenção, as pessoas acreditavam mais que eu mesmo no meu talento para dança”. A falta de dinheiro o fez querer ir embora para Petrolina em abril mês de seu aniversário. “Estive lá na casa de minha Avó, fui a uma escola procurar vaga, voltei, fui pegar a transferência escolar. Eu precisava pensar, já era conhecido da galera do Break do Bom Jesus que dançavam muito; me sentia livre na dança; findou que justo naquele dia o pessoal se preparava para algumas apresentações na Caravana Cultura Viva, Clovis liderava a galera. Fui convidado a participar fiquei feliz, até esqueci que queria me mudar; fizemos 3 apresentações, a última não aconteceu...Os motivos eu não sei. Relata.
Nesse mesmo ano aconteceu a Conferencia Municipal de Cultura ele participou. “Algumas pessoas me pediram voto, fiquei curioso sobre aquilo mesmo sem saber muito sobre o município, no fim acabei sendo o terceiro mais votado e fui para Conferencia Estadual, ali começava todo processo de descobertas, pessoas como o Domá e sua esposa Cleonice tem grande importância nessa nova fase”.
Um dia saindo da escola o seu telefone toca: “era do SESC Triunfo perguntei quem passou o número e ela disse foi Cleonice, queria uma apresentação falei com a turma do alto com muita dificuldade conseguimos nos organizar e fomos a na Festa da Rapadura deu tudo certo abril novas portas”. fizeram apresentações em Triunfo, em 2014 passou a ministrar aulas de Hip Hop na Escola Solidônio Leite. “Alguns integrantes do grupo não se sentiram confortáveis com tudo que estava acontecendo comigo, se afastaram, eu não daria conta das apresentações de dança sozinho, começo a escrever rap a primeira vez que cantei um deles foi em Afogados da Ingazeira.
A Fundação Cultural Cabras de Lampião ajudou em uma viagem do artista ao Recife ainda em 2015 para participar do UFC da Rima batalha de MCS. Em setembro se apresentaram no Polo Cultural da Festa da Padroeira. “Léo, Mateus, Vitor e eu. Já estava difícil pra mim na Capital do Xaxado dançar Break e cantar Rap (tinha freiras na primeira fila do público me sentir amedrontado, mais no fim deu certo, até as pessoas das barracas aplaudiram, foi bacana viver esse momento, no Recife foi a mesma coisa depois da batalha cantei o rap os que se viraram aplaudiram”.

Foi convidado por Domá a participar do Espetáculo O Massacre de Angico em 2015 e 2016, recentemente participou do filme Lampião e o Fogo da Serra Grande, fez um curso de Palhaçaria com a Cia 2 em Cena de Teatro, Circo e Dança. 

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

MOSTRA DE CINEMA NO CEU

SERRA  TALHADA tem MOSTRA DE CINEMA, em programação paralela ao Festival de Cinema de Triunfo, no CEU DAS ARTES, promovido pela FUNDARPE e SECRETARIA DE CULTURA/GOVERNO DE PERNAMBUCO.  


Sinopses:

Gadjo Dilo (Ficção, 102 minutos, 1997, França), de Tony Gatlif. 
Stéphane, um jovem francês, atravessa a Romênia buscando uma cantora desconhecida: Nora Luca. No meio de uma noite, gelado pelo vento e a neve, Stéphane chega numa aldeia deserta, e conhece Isidore, um velho cigano. O jovem francês e o velho cigano fazem amizade...

O Silêncio da noite é que tem sido testemunha das minhas amarguras(Documentário, 78 minutos, 2016, PE), de Petrônio de Lorena
Rodado nas cidades de São José do Egito, em Pernambuco; Ouro Velho e Prata, na Paraíba, o documentário tem como personagem a própria poesia, presente no cotidiano da população que vive na fronteira entre os dois estados. Nas festas, nas casas, nas ruas, nos mercados, em barbearia e bares a verve poética aparece na voz dos descendentes de célebres vates do sertão e dos habitantes que convivem com essa tradição, relembrando histórias de cantorias, grandes respostas poéticas e dissertando sobre o sentimento e os temas da poesia na região.

Sessão Especial Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis
A Escola de Ensino Fenomenal (Ficção, 2014, PR), de Nélio Spréa / Bravura(Animação, 2014, SC), de Giovanni Girardi e Flávio Tavares / As Aventuras de Minuano Kid (Ficção, 2014, RS), de Pedro Antoniutti e Edison Rodrigues / Super Plunf (Animação, 2014, SC), de Camila Kauling e Henrique Luiz P. Oliveira /Menino da Gamboa (Ficção, 2014, BA), de Pedro Perazzo e Rodrigo Luna / Ana e a Borboleta (Animação, 2015, GO), de Isabela Veiga / Procura-se (Ficção, 2014, SP), de Jéssica Lopes / O Jovem Príncipe (Animação, 2015, BA), de Ducca Rios / H20BBY (Animação, 2015, SP), de Flávia Lopes Trevisan / Virando Gente(Animação, 2013, SP), de Analúcia Godoi / O Melhor Som do Mundo (Ficção, 2015, SP), de Pedro Paulo de Andrade / No Fim da Trama (Ficção, 2016, SC), de Patrícia Monegatto / Meninos e Reis (Documentário, 2016, SP), de Gabriela Romeu.


FEIRA DO LIVRO DO VALE DO PAJEÚ FESTA LITERÁRIA DE SERRA TALHADA/FLIST

FEIRA DO LIVRO DO VALE DO PAJEÚ
FESTA LITERÁRIA DE SERRA TALHADA/FLIST

CIRCO

DIA 08 - TERÇA FEIRA

09 h – Shows de malabarismo, palhaços, trapezistas e brincadeiras lúdicas.
Contação de histórias.

15 h –. Shows de malabarismo, palhaços, trapezistas e brincadeiras lúdicas.
Contação de histórias e apresentação do Grupo de Xaxado Zabelê.

21 h – Clênio Sandes e Chico Pedrosa: uma mistura explosiva de humor, causos, piadas, cordel e muita poesia.


DIA 09 - QUARTA FEIRA

09 h – Shows de malabarismo, palhaços, trapezistas e brincadeiras lúdicas.
Contação de histórias.

15 h –. Shows de malabarismo, palhaços, trapezistas e brincadeiras lúdicas.
Contação de histórias e apresentação do Grupo Sertão Frevo e o Hip Hop Resistência nas Ruas e Percussão.

20 h –Grupo de Xaxado Cabras de Lampião

21 h–  Show As Severinas.


DIA 10 - QUINTA FEIRA

09 h – Shows de malabarismo, palhaços, trapezistas e brincadeiras lúdicas.
Contação de histórias.

15 h –. Shows de malabarismo, palhaços, trapezistas e brincadeiras lúdicas.
Contação de histórias e apresentação do Espetáculo Mistura Pernambucana da FCCL.

20 h –Mulheres de sol e sangue – Performance poética com a atriz Daniela Câmara

21 h– Henrique Brandão


DIA 11 - SEXTA FEIRA

09h – Shows de malabarismo, palhaços, trapezistas e brincadeiras lúdicas.
Contação de histórias.

15h –. Shows de malabarismo, palhaços, trapezistas e brincadeiras lúdicas.
Contação de histórias e apresentação do Grupo de Danças Gilvan Santos.

20h–A mulher no atual cenário poético do Pajeú - Recital e bate papo com as poetisas Elenilda Amaral, Izabella Ferreira, Sara Cristovão, Thyelle Dias. Mediação de Izabelly Moreira

21h– Humor na Feira com Zelito Nunes e Eugênio Gerônimo.

22h – Apresentação do show Simplesmente com a cantora e poetisa Leda Dias.

Participação especial de Encerramento com Truvinca.


CINE CLUBE LAMPIÃO/MUSEU DO CANGAÇO

DIA 08 - TERÇA FEIRA
15 h – Papo Amarelo – O Primeiro Tiro.
            Redenção.

DIA 09 - QUARTA FEIRA
15 h - A Dona do Pecado dos Outros.
          Um Homem sem Sorte.

DIA 10 - QUINTA FEIRA
15 h – Bicho de Sete Letras.
          Dona Barbara do Araripe.

DIA 11 - SEXTA FEIRA
15 h – A Nona Cidade.
            Lampião e o Fogo da Serra Grande
           
LANÇAMENTOS DE LIVROS


DIA 08 - TERÇA FEIRA

19h30- Lançamento do livro – A MAIOR BATALHA DE LAMPIÃO: SERRA GRANDE E A INVASÃO DE CALUMBI, de Lourinaldo Teles Pereira Lima.

20h- Lançamento do livro DICIONÁRIO DE FOLCLORE PARA ESTUDANTES , de Rúbia Lóssio e Mário Souto Maior

20h30- Lançamento do livro ALMANAQUE PERNAMBUCO DE CAUSOS, MAL-ASSOMBROS E LOROTAS , de Rúbia Lóssio e Roberto Beltrão


DIA 09 - QUARTA FEIRA

19h30- Lançamento do livro – DE VOLTA A MINHA TERRA, de Adelmo Santos.

20h00- Lançamento do livro AS DUAS PEDRAS. CONTOS E PROSAS, de Paulo César Gomes

DIA 10 - QUINTA FEIRA

18H30 - Lançamento do livro CONECTANDO SABERES DA ESCOLA: ESCOLA , LITERATURA, EDUCAÇÃO E ENSINO DE LÍNGUAS: REFLEXÕES,RELATOS E PROPOSTAS DE ATIVIDADES, de Adeilson Pinheiro Sedrins

19h- Lançamento do livro IN VIVO, de Sabrinna Alento Mourão

19h30 –Lançamento do livro CANTA DORES, de Isabelly Moreira.

20h- Lançamento do livro NOITE EM CLARA – UM ROMANCE (e uma mulher) EM FRAGMENTOS,de Sidney Niceas

20h30-Lançamento do livro ASPECTOS DESCRITIVOS E SÓCIO-HISTÓRICOS DA LÍNGUA FALADA EM PERNAMBUCO, de Adeilson Pinheiro Sedrinse Edmilson José de Sá ( Org)

DIA 11 - SEXTA FEIRA

19h – Lançamento do livro o GOGO DE OURO, de José Amaurílio de Sousa


SALA DAS PROSAS I

DIA 08 - TERÇA-FEIRA
14 h- Oficina Meu Livrinho com  Sabrina Carvalho e Camilo Maia- Editora Livrinho de Papel Fínissimo

19 h -A literatura não tem bons sentimentos - O escritor Ronaldo Correia de Brito conversa com o homenageado da festa, Raimundo Carrero, sobre a construção do seu universo literário

DIA 09 - QUARTA-FEIRA
14 h- Oficina Meu Livrinho com  Sabrina Carvalho e Camilo Maia-Editora Livrinho de Papel Fínissimo

19 h - Sobre os esforços que fazem a ficção - Marcelino Freire conversa com o homenageado Raimundo Carrero e relembra a experiência como aluno em suas oficinas de escrita.

DIA 10 – QUINTA-FEIRA
19 h- Delírios de Criação e Loucura - Uma leitura dramática da obra de Raimundo Carrero com as atrizes Ana Nogueira, Fabiana Pirro e Sílvia Góes.


DIA 11 – SEXTA-FEIRA
10h - Movimento Respeitem os 8 Baixos – Roda de conversa com Anselmo Alves (Produtor cultural) e Truvinca (Mestre de sanfona de 8 baixos) e mediação da pesquisadora Lêda Dias. ( Museu do Cangaço)

14h – Mulherio das letras de Pernambuco – Uma roda de bate papo com Patrícia Vasconcellos (Edta Caleidoscópio), Aninha Ferraz ( Edta Coqueiro) e Débora Echeverria ( EdtaCubzac)

14h-Workshop de Criatividade e Escrita com o Escritor Sidney Niceas.

18h30- De literatura e a nossa identidade sertaneja - Conferência do escritor Adriano Marcena.

19h30 - 40 anos no ar – Francisco José apresenta o seu livro e conversa sobre a jornada de um repórter pelos cinco continentes.


OUTRAS ATIVIDADES

ESCAMBO DE LIVROSerá um espaço para as pessoas trocarem livros em bom estado, só não podem ser didáticos ou religiosos. Qualquer pessoa pode chegar com um livro, deposita num cesto e pega outro.


ALVORADA LITERÁRIA FLIST: Todos os dias da Feira, às 5 da manhã, serão deixados livros em diversos pontos da cidade, para qualquer pessoa interessada numa boa leitura. O interessado recolhe o livro, lê e quando concluir a leitura, mesmo sendo após o evento, entrega o mesmo na Biblioteca Pública Municipal Cecílio Tiburtino. Livro gratuito para todos.